AUMENTA A IMPORTÂNCIA DE ELEGER DEPUTADOS E SENADORES COMPROMETIDOS COM AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS!
1. O Congresso do PT reiterou as teses básicas e históricas do partido em relação ao controle dos meios de comunicação, o revanchismo atropelando a lei de anistia, a inobservância do direito de propriedade, a gula fiscal com aumento de impostos, a agressão aos valores da família... Era natural e esperado. Isso não quer dizer que Dilma abra o jogo e assuma essas teses em suas propostas eleitorais. Claro que não. Alegará que uma chapa pluripartidária e um governo de coalizão exigirão assumir parcialmente as propostas dos parceiros.
2. Os sinais de sua vontade íntima estão dados pela escolha de seu coordenador de programa, o chavista Marco Aurélio Garcia. Dilma terá dois programas de governo: um aberto ao distinto público, repleto de moderações econômicas, políticas, jurídicas... E outro, no cofre, bem guardado. Qual dos dois será aplicado?
3. Isso depende da futura composição do Congresso Nacional. Se as forças da esquerda autoritária, somadas ao clientelismo/patrimonialismo e aos interesses especiais, tiverem maioria no Congresso, o programa de verdade será retirado do cofre e aplicado. E obter esta maioria com esta composição não será tão difícil, com os fornecedores das estatais federais e do governo federal pressionados a patrocinar seus candidatos, vale dizer os que garantirão pela ideologia, passividade ou interesse, aquela maioria.
4. E isso já começou, segundo comentam alguns fornecedores. Em 2010, teremos, no Brasil, uma derrama de recursos para os "aliados", como "nunca antes neste país". Por isso tudo, as eleições para deputados federais e senadores ganham uma importância estratégica. É fundamental que aqueles comprometidos com as instituições democráticas, a liberdade de expressão, a estabilidade política, a defesa do contribuinte, do direito de propriedade, dos valores da família componham mais de 60% do Congresso.
5. Hoje é assim, já que na dita "base aliada" uma parte dela não aceita votar qualquer coisa, como terceiro mandato, controle dos meios de comunicação, ruptura com os valores da família, abandono da lei de anistia, atropelo ao direito de propriedade... Mas se a composição dessa base aliada for alterada, com proporção maior dos parlamentares do clientelismo/patrimonialismo e dos interesses especiais, isso pode ocorrer.
6. É verdade que Serra é favorito, e que isso só poderia ocorrer se Dilma vencesse, o que é pouco provável. Mas há que se prevenir para uma surpresa eleitoral. E a composição do futuro Congresso é a muralha que se anteporá a situações imprevistas.
7. Precaução e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Ex-blog CM
É chegada a hora de desmascarar os guerrilheiros!
Marcadores: campanha eleitoral, Dilma Rousseff, PT | author: GustaAtenção! O Brasil precisa saber disso! Repassem!
Marcadores: campanha eleitoral, Dilma Rousseff, Ditadura, PT | author: GustaPT radicaliza o programa de governo de Dilma! (Veja)
O PT decidiu radicalizar o programa de governo da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que será aclamada neste sábado como candidata do partido à sucessão do presidente Lula com um discurso contundente de herança governista. A guinada à esquerda foi reforçada na sexta-feira, quando o 4º Congresso Nacional do partido aprovou emendas às diretrizes do programa de governo de Dilma.
As mudanças pregam:
*o combate ao monopólio dos meios de comunicação,
*cobrança de impostos sobre grandes fortunas,
*apoio incondicional ao polêmico Plano Nacional de Direitos Humanos e
*jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução do salário.
Na tentativa de se aproximar do Movimento dos Sem-Terra (MST), o plenário petista também deu sinal verde para encaixar na plataforma da campanha de Dilma a atualização dos índices de produtividade para efeito de reforma agrária. Intitulado A Grande Transformação, o documento manteve o mote do projeto nacional de desenvolvimento, com ampliação do papel do Estado na economia e fortalecimento dos bancos públicos.
O controle da mídia foi aprovado no eixo das diretrizes que tratam do acesso à comunicação. O trecho que passou pelo crivo do congresso diz que as medidas para promover a democratização da comunicação social devem ser voltadas para "combater o monopólio dos meios eletrônicos de informação, cultura e entretenimento".
O texto cita como parâmetro resoluções da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em dezembro. A reativação do Conselho Nacional de Comunicação Social, o fim da propriedade cruzada, a exigência de porcentagem de produção regional, a proibição de sublocação de emissoras e direito de resposta coletivo também recheiam o pacote aprovado.
Brilhante análise! Não deixem de ler!
Marcadores: campanha eleitoral, Dilma, Lula, TSE | author: GustaAnálise, feita pelo amigo Renato sobre o Processo TSE 20574.2010.600.0000 e a sentença do TSE, relator Henrique Neves da Silva, no processo contra o Lulla e a Dillma.
(...) Como pode um tribunal superior atentar acintosamente contra a Constituição?
A referência do magistrado à imprensa e a liberdade que cada um tem para dizer qual é o seu candidato não tem relação nenhuma, nem um mínimo paralelo, com a matéria questionada.
Na sentença o juiz relator alega que o discurso proferido não continha propaganda ou conteúdo eleitoral. Todos os demais aspectos analisados foram considerados consistentes para proposição da ação, e cito como exemplo a manifestação do meritíssimo sobre as alegações da defesa:
“...Contudo, a tese desenvolvida pela defesa não procede, pois como previsto no parágrafo único do artigo 40-B1, o prévio conhecimento pode ser demonstrado "se as circunstâncias e as peculiaridades do caso específico revelarem a impossibilidade de o beneficiário não ter tido conhecimento da propaganda". No caso, a presença física da segunda representada, próxima ao primeiro, no momento em que realizado o ato apontado como propaganda irregular e o seu silêncio são, por si, suficientes para a demonstração do conhecimento e anuência.”
“Rejeito, pois, as duas preliminares argüidas pela defesa”
Então, o juiz baseou-se na “candura” do discurso proferido:
“Não verifico, naquele discurso proferido pelo Excelentíssimo Presidente da República, passagem que caracterize propaganda eleitoral antecipada. No trecho destacado pelos autores, o primeiro representado inicia a frase fazendo uma alegação genérica sobre "quem vier depois de mim" referindo-se ao seu sucessor, seja ele quem for, para dizer que encontrará um programa (PAC II) pronto e com dinheiro no orçamento.”
No comportamento da imprensa:
“A propaganda eleitoral antecipada não se caracteriza apenas pela indicação de uma pessoa como candidata. Se assim fosse, grande parte da imprensa que, licitamente, noticia o quadro político incorreria na mesma infração. Os institutos de pesquisa, ao apontar as preferências do eleitorado em relação aos políticos considerados como pré-candidatos também estariam infringindo a legislação, quando na verdade e em sentido diametralmente oposto, a lei autoriza a realização de pesquisas e a sua divulgação de acordo com regras que incidem desde o início do ano eleitoral.”
Na liberdade de expressão:
“A lei não inibe - e a Constituição não permitiria que o fizesse - que, a qualquer tempo, haja manifestações, ainda que ostensivas, de um cidadão - autoridade pública ou não -, com manifesta simpatia, solidariedade ou promessa de apoio à eventual candidatura de outro.”
Criando regras:
“Para a caracterização da propaganda eleitoral é necessário que, além da identificação do beneficiário, seja ele apontado como o mais apto para a função pública, que haja referência a ação política e que se objetive influir o eleitorado.”
A primariedade da sentença chega ao ridículo.
“Quem vier depois de mim” não pode ser analisado isoladamente. Todos sabem que alguém vira depois delle.
Entretanto elle sabe quem é – apenas não diz o nome por que é ilegal dizer: “e eu, por questões legais, não posso dizer quem é; espero que vocês advinhem, espero....”
“Por questões legais” - Então o lulla sabe quem será o próximo presidente, só naõ revela por impedimento legal. Pergunta-se como elle sabe:
*As urnas do TSE estão preparadas para burlarem a eleição;
*Lulla é deus para saber o futuro;
*Ou elle estava fazendo referência direta ao seu candidato.
Como elle não é deus, sobram as duas outras hipóteses.
O mérito, assim como a grosseria, da sentença deve ser discutido.
Como pode um tribunal superior atentar acintosamente contra a Constituição?
A referência do magistrado à imprensa e a liberdade que cada um tem para dizer qual é o seu candidato não tem relação nenhuma, nem um mínimo paralelo, com a matéria questionada.
A estupidez lavrada na frase: “Para a caracterização da propaganda eleitoral é necessário que, além da identificação do beneficiário, seja ele apontado como o mais apto para a função pública”.... aplica-se quando alguém se refere a um candidato que não seja aquele de sua preferência. Se é o meu candidato preferido, então está entendido para o público que eu o considero o mais apto. Este é o caso da imprensa, que não pode manifestar preferência por nenhuma das candidaturas.
Bem diferente da imprensa, o lulla veiculou, de viva voz, matéria de conteúdo eleitoral, dirigida ao público indistintamente, dando conta de que sabe quem é o próximo presidente da república. E fez isso em ato público oficial e na condição de Presidente da República.
O Juiz mentiu na sua sentença ao afirmar que lulla, ao falar: "quem vier depois de mim", falou apenas para dizer que seu sucessor “encontrará um programa (PAC II) pronto e com dinheiro no orçamento”. Este entendimento, “apenas para”, não tem relação com os fatos.
O Juiz deve inquirir as provas, examiná-las, para descobrir como lulla sabe quem é o seu sucessor.
O próprio lulla incita: “adivinhem”. Ao fazer isso, se torna cristalino que a locução do presidente foi para dizer que: “A Dilma Roussef vai ser minha sucessora”, a menos que o TSE burle as eleições com sua urna eletrônica.
A frase está colocada no processo.
Além disso, entendo que a denúncia feita no Blog do Coronel deveria ser levada adiante, aliada ao processo acima. Trata-se de uma entrevista concedida ao Blog da Dilma (que já é mais um crime eleitoral) e que foi transcrita no site do Minc. Vergonhosamente a entrevista foi retirada do site, porém o crime foi cometido.
Também me parece muito estranho que lulla, e o PT principalmente, cometam tantos crimes eleitorais. Não estaria aí uma armadilha eleitoral para as oposições? O que está acontecendo?
Renato.
Petistas mistificam dados e ignoram passado!
Marcadores: campanha eleitoral, Dilma, Lula, PAC, PT | author: GustaLula e Dilma dão ênfase a quantidades, em detrimento de pertinência e relevância
por Gustavo Patu na Folha
"E pasmem, para uma coisa que é importante: eu, torneiro mecânico, já sou o presidente da República que mais fez universidades neste país", anunciou o presidente Lula, na semana passada, em Teófilo Otoni (MG), como já havia feito, só neste ano, em Bacabeira (MA), São Leopoldo (RS), Araçuaí (MG), no Fórum Social de Porto Alegre e em Brasília.
Se não se trata de uma mentira em busca de ser verdade à custa de tanta repetição, é um exemplo sintomático do tipo de comparação de feitos que o PT parece querer imprimir à campanha presidencial da ministra Dilma Rousseff: que dá ênfase a quantidades, em detrimento da pertinência, recorre a números de consistência ou relevância duvidosa e, principalmente, ignora as contribuições do processo histórico.
Das 13 universidades contabilizadas pelo Planalto como obra sua, 9 são mero resultado de fusão, desmembramento ou ampliação de instituições federais de ensino superior inauguradas por outros presidentes -que, em sua época, também se valeram de estruturas preexistentes mantidas por Estados, municípios e empresas privadas.
A se levar a sério o levantamento do Ministério da Educação que sustenta a propaganda oficial, Juscelino Kubitschek supera o ritmo de Lula, com dez universidades em cinco anos de mandato. Até o arquirrival FHC, já acusado pelo petista de não ter criado nenhuma, conta com seis no documento.
A retórica de campanha deixa de lado dados e argumentos para defender a necessidade de mais universidades ou demonstrar seus efeitos na produção acadêmica nacional. A inauguração de instituições é apresentada com um fim em si mesma e evidência de uma nova era. "Tudo o que a gente puder fazer pela educação ainda é pouco diante da quantidade de anos em que nós não fizemos nada", nas palavras de Lula.
Sem a mesma verve do presidente, a ministra da Casa Civil se vale de um tom bem mais tecnocrático. "Até 2003 tinham sido construídas no Brasil 140 escolas técnicas profissionalizantes, e só no governo Lula já foram feitas 140, com a previsão de construção de mais 74. É esse tipo de comparação a que me refiro".
Tanto detalhamento está longe de significar precisão. As escolas federais criadas até 2009 foram pouco mais da metade do anunciado -e o número de matrículas, no período, cresceu apenas 20%, bem abaixo dos 45% na rede estadual.
Mais importante, omite-se que, na divisão consagrada de tarefas entre os entes federativos, o ensino profissionalizante cabe preferencialmente aos Estados, onde estão 30% dos alunos, o triplo do bolo federal, enquanto 55% das matrículas estão no setor privado. A ampliação da participação direta da União não é consensual entre os especialistas.
Combinação de preferência ideológica e conveniência eleitoral, todas as realizações reais e imaginárias citadas nos palanques petistas convergem para a apologia do papel do Estado e do gasto público, numa estratégia já empregada com sucesso no pleito de quatro anos atrás. Na época, o neoliberalismo, embora adotado com convicção pela primeira equipe econômica petista, foi o vilão escolhido.
Despesa social recorde
Lula e Dilma, indiscutivelmente, respondem hoje por despesas recordes na área social -porque seu governo deu prioridade ao setor, mas também porque a Constituição de 1988 tornou obrigatórios gastos crescentes com previdência, saúde e assistência social, que se tornaram explícitos quando o Plano Real controlou a inflação.
Não satisfeitos, o presidente e a candidata tentam faturar até a principal frustração do segundo mandato: a tentativa malsucedida de, a partir de obras públicas listadas no PAC, elevar a taxa de investimento do país à casa de 20% do Produto Interno Bruto -no terceiro trimestre do ano passado, dado mais atualizado, a taxa estava em 17,7%, abaixo do patamar de 2007.
"Nos últimos 30 anos, se juntar tudo o que os presidentes da República investiram em saneamento básico, não chega à metade do que nós estamos investindo hoje", discursou Lula no último dia 3. Por sorte ou cálculo, o horizonte temporal mencionado deixou de fora os gastos incomparavelmente mais altos realizados pela ditadura militar na década de 70.
Mas, menos de um mês antes, o ministro Carlos Lupi (Trabalho), já havia anunciado que, de R$ 7,6 bilhões em recursos do FGTS programados para o setor, apenas R$ 1 bilhão havia sido efetivamente contratado em 2009. Tudo somado, ainda não foi superado o investimento de 0,23% do PIB de 2001.
Dilma Trezoitão e sua demagogia na avenida!
Marcadores: campanha eleitoral, carnaval, Dilma, Dilma Rousseff | author: GustaCampanha de Dilma nas ruas de São Paulo!
Marcadores: campanha eleitoral, Dilma Rousseff | author: Gusta
No site do Chico Bruno
A imagem da ministra-candidata Dilma Roussef circula estampada no carro que leva a assinatura da deputada estadual do PT-SP Beth Sahao. A foto foi registrada pelo ouvinte-internauta Clécio Bachini, na terça, 11.08.09., na Radial Leste, em São Paulo. Além de considerar a iniciativa propaganda eleitoral antecipada, ele quer saber se as depesas do carro da deputado são pagas com dinheiro da Assembleia (leia-se, dinheiro do povo). (Milton Jung da CBN)
Alô Oposição! Acorda!
Marcadores: blogs, campanha eleitoral, Orkut, PT, Twitter | author: GustaOs petralhas continuam avançando na internet! Vejam isso:
Novo site de Vaccarezza estréia em 5 de agosto
A nova página do deputado Cândido Vaccarezza na internet estará no ar na primeira semana de agosto, com ferramentas que vão promover maior interação entre o deputado Cândido Vaccarezza e os seus leitores e eleitores.
Twitter, Orkut e sistemas de busca são algumas das novidades do site www.vaccarezza.com.br que está fora do ar para receber essas novas tecnologias. A partir do dia 5 de agosto você poderá acessar a nova página para saber mais sobre a ação legislativa de Vaccarezza, além de notícias, artigos, vídeos, pronunciamentos e outras informações.
Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza
Caixa um e meio!!!
Marcadores: caixa um e meio, campanha eleitoral, Eleições | author: GustaEditorial da Folha aqui
Doação indireta ao político, feita via partido, é cômoda para várias empresas, mas se choca com o interesse público
A PRODIGIOSA criatividade dos políticos brasileiros inventou um sistema de financiamento de campanhas peculiar. Trouxe ao mundo um meio termo entre o caixa um -no qual o elo entre o doador e o beneficiário é claríssimo- e o caixa dois.
Quem não quer revelar o destino final do dinheiro doado, mas tampouco deseja atuar na ilegalidade, pode optar pelas contribuições indiretas, por meio do partido. A alternativa oferece um outro bônus: enquanto as contas de campanha dos candidatos são abertas 30 dias após o encerramento do pleito de outubro, os partidos terão de publicar seus balanços apenas no fim de abril do ano seguinte.
Lula em propaganda política em 2006!!!
Marcadores: campanha eleitoral, Lula | author: GustaNas eleições de 2006, Lula fala sobre a demarcação da Reserva Raposa/Serra do Sol!
Assistam o vídeo AQUI!
O PT dos milhões!!!
Marcadores: caixa 2, campanha eleitoral, Gilberto Carvalho, lobby, supertele | author: GustaTurma de Greenhalgh queria US$ 260 milhões para lobby por supertele e caixa 2!!!!
Um grupo do qual fazia parte o ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh queria US$ 260 milhões do Opportunity e do Citi para fazer lobby pela viabilização da supertele.
A acusação está num relatório do Serviço de Inteligência da PF.
O dinheiro, segundo a investigação, deveria ser usado posteriormente para formar caixa 2 “de alguma campanha eleitoral”, sem entrar em detalhes.
Nos diálogos grampeados pela PF, Greenhalgh e outros lobistas citam nomes como Dilma Rousseff, Geddel Vieira Lima, ministro da Integração Nacional, e Gilberto Carvalho, chefe de gabinete da Presidência.
Essa corja não tem limites!!!!!!!!!!!!!!!




