ou: Lula copia Cháves????
Matéria de Celso Ming para o Estadão aqui
Há dias circulam na imprensa informações de que Lula teme uma Petrobrás excessivamente poderosa. Em tom de blague, já havia afirmado que, depois da descoberta do Campo de Tupi, o povo elegerá primeiro o presidente da Petrobrás que, depois, nomeará o presidente do Brasil.
Agora, alguém que certamente defende a criação de uma empresa 100% estatal que se encarregue da exploração das jazidas pré-sal tomou a iniciativa de plantar a informação de que Lula teme que aconteça com a Petrobrás o mesmo que ocorreu com a estatal venezuelana, a PDVSA, cuja diretoria foi acusada de conspirar contra o presidente Hugo Chávez. E, de fato, durante a crise de 2003 Chávez não só destituiu toda a diretoria, mas também 18 mil funcionários da PDVSA.
... A eventual criação da nova estatal não afrontaria apenas os interesses dos acionistas da Petrobrás, como Fundos de Pensão e trabalhadores que usaram seu FGTS para comprar ações oferecidas pelo próprio Tesouro em 2000. Teria importantes implicações na exploração do pré-sal.
Quem tem medo da Petrobrás?????
Marcadores: Cháves, Lula, PDVSA, Petrobrás | author: GustaHummmm....devemos acreditar???
Marcadores: gás, Mariscal Sucre, PDVSA, Petrobrás, Sergio Gabrielli, Venezuela | author: GustaPetrobras confirma ter desistido de projeto de gás na Venezuela
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, confirmou nesta terça-feira (13), em Roma, onde participa do Congresso Mundial de Energia, que a Petrobras desistiu do projeto de exploração de gás na província de Mariscal Sucre, na Venezuela.
Segundo a assessoria de Gabrielli, a Petrobras considerou, após avaliação, que o negócio não era vantajoso.
A Petrobras vinha encontrando dificuldades para fechar acordo com a estatal venezuelana PDVSA para projetos de exploração de gás em Mariscal Sucre.
No mês passado, o diretor internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, afirmou que as divergências entre as empresas se referiam ao destino da produção. Segundo o executivo, a Petrobras apostava na liquefação do gás natural, o que permite vender a produção no mercado internacional, aproveitando os altos preços do combustível. Já a PDVSA queria destiná-la ao mercado interno.

