PSDB quer que Gabrielli explique na CAE "problemas de caixa" da Petrobras
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) anunciou, por volta das 21h, que apresentaria ainda nesta quarta-feira (26), requerimento solicitando a presença na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, para explicar suspeitas de que a empresa estaria enfrentando "sérios problemas de caixa".
O parlamentar disse que a audiência com Gabrielli deveria ocorrer ainda nesta quinta-feira (27), a fim de "tranqüilizar os mercados", já que o parlamentar confirmou a concessão de um empréstimo de curto prazo da Caixa Econômica Federal (CEF) à Petrobras, no valor de R$ 2,022 bilhões.Jereissati também considera importante obter explicações da CEF.
O senador Renato Casagrande (PSB-ES) disse ter recebido explicações sobre o empréstimo por parte de Gabrielli. Segundo este último, o empréstimo junto à CEF é "uma operação normal", mas está sendo realizada no Brasil em função da pouca oferta de crédito no mercado externo.
Petrobrás e seu "problema de caixa"!!!
Marcadores: ações da Petrobras, CEF, Petrobrás, Sergio Gabrielli | author: GustaHummmm....devemos acreditar???
Marcadores: gás, Mariscal Sucre, PDVSA, Petrobrás, Sergio Gabrielli, Venezuela | author: GustaPetrobras confirma ter desistido de projeto de gás na Venezuela
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, confirmou nesta terça-feira (13), em Roma, onde participa do Congresso Mundial de Energia, que a Petrobras desistiu do projeto de exploração de gás na província de Mariscal Sucre, na Venezuela.
Segundo a assessoria de Gabrielli, a Petrobras considerou, após avaliação, que o negócio não era vantajoso.
A Petrobras vinha encontrando dificuldades para fechar acordo com a estatal venezuelana PDVSA para projetos de exploração de gás em Mariscal Sucre.
No mês passado, o diretor internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, afirmou que as divergências entre as empresas se referiam ao destino da produção. Segundo o executivo, a Petrobras apostava na liquefação do gás natural, o que permite vender a produção no mercado internacional, aproveitando os altos preços do combustível. Já a PDVSA queria destiná-la ao mercado interno.

