No Datafolha, Marina Silva aparece com 3%; na pesquisa do Ipespe feita para o PV, ela chega a 10%? Como?
O diretor do instituto, Antonio Lavareda explica:
- na pesquisa do Ipespe fez para o PV a pergunta sobre a candidata foi antecedida de 58 questões sobre Meio Ambiente
- depois, ela foi apresentada como "ex-ministra do Meio Ambiente".
A pesquisa, diz ele, mostra o potencial de Marina ao "agregar" valores como defesa que faz do Meio Abiente, participação no governo Lula etc. Monica Bergamo
Entendendo as pesquisas!
Marcadores: Antonio Lavareda, Datafolha, Marina Silva, Meio Ambiente | author: GustaO estranho mundo de Maria Osmarina...
Marcadores: apagão de energia, hipocrisia, Marina Silva, tarifaço | author: GustaMaria Osmarina Silva de Lima, a Marina do PT, e agora Marina Silva...
Apesar das evidências em contrário, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou ontem que foi uma “vitória” a demora de dois anos na concessão da licença prévia para as usinas do Rio Madeira, pois evitou a construção de uma terceira hidrelétrica, prevista inicialmente no projeto.
Finge que não é com ela a informação sobre as possibilidades de um apagão de energia ou um tarifaço em função desse atraso.
A liberação do Madeira!!!!
Marcadores: hidrelétricas no Rio Madeira, International Herald Tribune, Marina Silva, Washington Post | author: Gusta
Está na capa dos principais jornais brasileiros e ganhou destaque do diário americano Washington Post e do europeu International Herald Tribune , a decisão do Ibama de conceder a licença prévia para a construção de duas hidrelétricas no Rio Madeira, em Rondônia, projeto estimado em R$ 20 bilhões. A liberação havia sido pedida em 2005 e desde março, o Ibama estava sob pressão do Palácio do Planalto para resolver o caso.
Não adianta a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ter dito à colunista de O Globo Míriam Leitão que está com “tranquilidade na alma”. A decisão foi uma derrota para a área ambiental e uma vitória expressiva para a ministra Dilma Roussef.
O gerente do plano anti-racionamento no governo FHC, David Zylbersztajn, comenta que pode ser tarde demais:“ As hidrelétricas do Madeira, na melhor das hipóteses, começam a operar em cinco anos. Não seria essa a solução para uma crise energética que se avizinha para 2010, 2011. Não refresca muito”, disse.
O risco para o Brasil em 2010 é o da Argentina de 2007.

