Lula da Silva y la gran alcahueta por Antonio Sánchez-García aqui
Imposible cinismo mayor que el del presidente del Brasil, Lula da Silva.
Se conmueve profundamente por el asesinato de Orlando Zapata Tamayo – el albañil de 42 años torturado en prisión desde que se le encerrara en las mazmorras del régimen castrista por declararse disidente -, y expresa al mismo tiempo su inmenso regocijo por el largo encuentro que ha sostenido a continuación con sus asesinos, los hermanos Castro.
Digno de una película de Scorsese. continua
Lula lá!
Marcadores: Cuba, Lula, Zapata | author: GustaDe homem do ano a errante na ilha!
Marcadores: Cuba, Lula, Zapata | author: Gusta'El País' condena a atitude de Lula em Havana
Apesar da responsabilidade do regime de Cuba, a morte do dissidente Orlando Zapata Tamayo acabou arrastando o presidente brasileiro aos holofotes internacionais. O jornal espanhol "El País" - que no ano passado elegeu Lula a personalidade de 2009 - criticou duramente o silêncio do presidente, que se limitou a lamentar o episódio.
"A morte de Zapata é uma acusação adicional e motivo de condenação enérgica contra a mais longa ditadura da América Latina. É um desafio para a comunidade internacional e principalmente para Lula, que tem nas mãos o papel de porta-voz da condenação à repressão política, tanto por seu lugar de potência emergente como pela coincidência de sua visita à ilha", diz um trecho do editorial.
"A ida a Havana foi uma chance perdida de mostrar que é possível uma opção de esquerda capaz de oferecer progresso e bem-estar pelo fortalecimento da democracia. O trato com Havana e o mito que a revolução castrista representa para partes da esquerda latina colocam todos os dirigentes da região numa situação difícil, principalmente o presidente brasileiro", afirma outro trecho.
No "El Mundo", a jornalista e escritora cubana Gina Montaner classificou o abraço de Lula ao líder Fidel Castro como "o abraço da morte". Na Flórida, o diário "Miami Herald" destacou que Zapata "não precisava morrer, mas sucumbiu diante do consentimento silencioso de líderes democráticos".
Enquanto no hemisfério norte, imprensa e governos reagiram em uníssono, criticando o regime dos Castro, na América do Sul, apesar da avalanche de condenações na imprensa, o presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera, foi o único líder da região a "condenar energicamente" a morte de Zapata e defender a democracia no bastião comunista. O Globo

