Bogotá - As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) apresentaram hoje (7) propostas para a democratização da informação e dos meios de comunicação no país. As sugestões incluem redistribuir frequências de rádio e televisão de maneira igualitária para os setores públicos e privados, a desconcentração dos monopólios de comunicação e o controle social dos meios de comunicação.
“Poderiam ser criados mecanismos para garantir o controle social sobre a imprensa [rádio, jornais impressos e televisão]”.
Farc apresentam propostas para democratizar comunicação na Colômbia | Notícias | EBC
Farc apresentam propostas para "democratizar" comunicação na Colômbia?
| author: GustaMonumento ao "Menino não nascido"!
| author: GustaO monumento expressa não só o pesar e arrependimento das mães que abortaram, mas também o perdão e o amor do menino por nascer para com sua mãe. Leia Mais…
"A banalidade de Dilma" por Fernando Gabeira
| author: GustaDilma foi posta na Presidência pela engrenagem partidária, com o apoio dos grandes empresários que florescem à sombra de um governo devasso, e injetando milhões de reais no esquema de marketing. Ingenuamente, ou não, grandes setores da imprensa quiseram mostrar que ela era diferente, separá-la de Lula e do PT, vislumbrando uma ponta de decência em suas decisões sobre corrupção no governo. Quem conhece um pouco os meandros da política da esquerda sabia que isso era uma ilusão.
Dilma jamais deixaria seu porto seguro para cair nos braços dos adversários do PT. Há muitos exemplos de quem salta no escuro e se esborracha, perdendo a base de origem e sendo desprezado por seus novos aliados.Fernando Gabeira *
Ao sair do filme Hannah Arendt, a filósofa judia descrita na tela por Margarethe von Trotta, muitas ideias me vieram à mente. Lembranças da ditadura, meu depoimento no Tribunal Bertrand Russel, em Roma, onde também defendi a presença da banalidade do mal entre torturadores brasileiros, quase todos dedicados pais de família, operosos funcionários do governo. A experiência de Hannah Arendt, que cobriu o julgamento de Adolf Eichmann para a revista New Yorker, causou verdadeira comoção. Não só por questionar o papel de alguns líderes judeus, mas por afirmar que Eichmann não era um monstro. O enigma, para ela, era a contradição entre a mediocridade de alguns homens e a dimensão da tragédia que provocaram. O nazismo passou, também passou a ditadura militar no Brasil. Mas existem elementos no discurso de Hannah, em especial o que faz para seus alunos no auge da polêmica sobre o artigo na New Yorker, que merecem ser retomados à luz da conjuntura brasileira.
Eichmann declarou que punha os judeus nos trens cumprindo ordens. Não se importava com o que aconteceria com eles porque, uma vez nos trens, seu destino pertencia a outras repartições que não a dele. Hannah observa que Eichmann renunciou a pensar e essa era a raiz de sua desumanização. A renúncia a pensar não é privilégio das pessoas medíocres, mas é muito mais frequente entre elas.
Na semana em que vi o filme acompanhei pela TV a cobertura da visita do papa e o discurso da presidente Dilma Rousseff saudando Francisco. A sensação que tenho é que ela se recusou a pensar ao aceitar ler esse texto. Foi uma tarefa de militante. Cumpriu sua missão sem se importar muito com as consequências, pois fez um discurso de propaganda de seu governo precisamente no Rio, onde as pessoas estão fartas dessas farsas grotescas e gritam nas ruas pela saída de Sérgio Cabral. E diante de um papa sem grandes ilusões sobre os políticos existentes.
Dilma convidou a Igreja Católica a fazer uma parceria com o governo do PT na luta contra a miséria. Como se a Igreja não tivesse já suas estratégias nesse campo. E como se precisasse do PT para se implantá-las mundialmente. Isso não é apenas falta de modéstia. Dilma é obrigada a repetir diariamente que as pessoas foram às ruas em junho não por causa dos erros do governo, mas dos acertos. Quanto mais as pessoas têm, mais querem, dizem os petistas. Uma vez que jamais admitem um erro, a única explicação para a revolta popular é a sucessão de seus acertos...
Como uma força política pode chegar a esse ponto sem trazer consigo traços de totalitarismo? Nesse caminho, o primeiro passo fundamental surge ao admitir que a realidade não importa, e sim a versão dos fatos.
Um momento típico dessa tragédia moderna foi a ida de Colin Powell à ONU para demonstrar com algumas imagens vagas que o Iraque dispunha de armas de destruição massiva. Um segundo momento, entretanto, se desdobra: os militantes dispõem-se a repetir mecanicamente as teses que vêm da cúpula partidária. E ao constatar que são frágeis tentam salvá-las com seu entusiasmo e, naturalmente, com a raiva contra quem discorda.
Por que se recusam a pensar, se esse é um dos fatores que distinguem o ser humano? Não creio que a recusa se deva só ao deslumbramento com a engrenagem ou mesmo à ilusão de que nunca cometa erros. Há um fator pavloviano nessas organizações rigidamente hierarquizadas: recompensa e punição. Os descontentes vão para uma gelada Sibéria que, ao longo do processo histórico, toma inúmeras formas: uma subsecretaria, um cargo de fiscal do Ibama na fronteira com a Colômbia.
Um terceiro componente que deve ser levado em conta é a constante repetição da importância da engrenagem sobre indivíduos, substituíveis. Esse componente é importante para analisar o espantoso caso de Dilma. Como ela poderia chegar a presidente do Brasil se é incapaz de, por si própria, se eleger vereadora numa grande cidade? Seus méritos estavam ancorados não na capacidade política, mas nos talentos de gestora. E o que antes havia gerido com sucesso? Se ao menos esse traço fosse verdadeiro, ela teria alguma moeda de troca nas transações com a máquina burocrática.
Dilma foi posta na Presidência pela engrenagem partidária, com o apoio dos grandes empresários que florescem à sombra de um governo devasso, e injetando milhões de reais no esquema de marketing. Ingenuamente, ou não, grandes setores da imprensa quiseram mostrar que ela era diferente, separá-la de Lula e do PT, vislumbrando uma ponta de decência em suas decisões sobre corrupção no governo. Quem conhece um pouco os meandros da política da esquerda sabia que isso era uma ilusão. Dilma jamais deixaria seu porto seguro para cair nos braços dos adversários do PT. Há muitos exemplos de quem salta no escuro e se esborracha, perdendo a base de origem e sendo desprezado por seus novos aliados.
A interpretação que o PT fez da crise de 2008 é vital para compreendermos o caminho que seguiu. Em quase todas as nossas análises no século passado começávamos assim: o capitalismo está em crise no mundo e isso abre caminho para o avanço do socialismo em todo o planeta. Desde os anos 1930, foi a primeira vez que o capitalismo realmente entrou em crise. Os velhos reflexos, empilhados no fundo da consciência, saltaram como molas comprimidas.
Dilma não tinha condições de enfrentar a máquina, muito menos de questionar um script da História em que o socialismo sucede ao capitalismo. Era hora de fortalecer o papel do Estado na economia. Algumas fortunas se fizeram entre empresários amigos, outras foram para o espaço, como a de Eike Batista. Como não poderia deixar de ser, o governo estimulava as empresas campeãs porque, afinal, era também um governo de campeões.
Uma sucessão de equívocos é possível porque a pessoa deixa de pensar, mas também tem medo de ser engolida pela engrenagem, cujo combustível é a obediência canina. Nessa atmosfera rarefeita, a passagem do papa foi uma lufada de ar fresco.
* FERNANDO GABEIRA É JORNALISTA.A banalidade de Dilma - Estadão
Aborto? Nem pensar. "Profilaxia da gravidez"!
| author: GustaA ENTIDADE que preside o país acaba de sancionar a lei que, na prática, aprova o aborto. Essa é a segunda medida para liberar geral. A primeira foi em Abril de 2012. Por 8 votos a 2 o STF decidiu, em interferência espúria, que o anencéfalo não tem vez. Não pode dar o ar da graça porque, segundo o depoimento de uns e outros, ele não teria ‘aptidão para vida plena’. Como se aqueles vagabundos tivessem. A propósito: Joaquim ‘que vocês amam de paixão’ Barbosa foi um dos votos favoráveis à eliminação de bebezinhos com má formação congênita. Pois bem. Escrevo isso e ouço, à esquerda, o grito dos progressistas: “Não é aborto! É tratamento!”. Do etéreo mundo dos contos de fadas supra-ideológicos alguns libertários bradam: “Elas têm o direito de escolher! Vivia o PNA!”. Mas progresso e PNA no nascituro dos outros é refresco, e sabemos agora que se você der lá umas trepadas mal resolvidas e quiser chamar isso de estupro, você poderá. O governo vai ajudá-lo a resolver o probleminha. Aborto? Nem pensar. ‘Profilaxia da gravidez’. O Brasil é um país tão curioso e tão divertido! O princípio da coisa é assim: se não há cadáver não há crime. Então, basta trocar o termo ‘aborto’ para ‘tratamento e cuidados’ que, voilà!, está resolvido o problema. Eu não sei como as outras nações não aprenderam ainda a lição: a melhor forma de se solucionar um homicídio é sumir com a vítima. Isso nós fazemos muito bem. Leia Mais…
Rui Falcão dá nome à base de militância política do PT na Internet: de Azenha a Capilé passando pelos hackers!
| author: GustaBrasil tolera infanticídio indígena, denuncia jornalista australiano!
| author: Gusta
Por duas semanas o jornalista e escritor australiano Paul Raffaele esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI – Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos humanos do mundo.
Brasil tolera infanticídio indígena, denuncia jornalista australiano
Unesco reconhece vida e obra de comunista como patrimônio da humanidade. Só falta o Hitler!
| author: Gusta"fuzilamos sim e vamos continuar fuzilando" diz Che Guevara. Assistam!
Ernesto Che Guevara' manuscripts included in the register of the documentary heritage of the UNESCO "Memory of the World", Cuban program coordinator Juan Antonio Fernandez said.
A solemn ceremony dedicated to the inclusion in the register of the manuscripts Guevara, was held in the fortress of San Carlos de la Cabaña in the presence of the eldest daughter Aleida Guevara. According to Fernandez, the decision was made about a month ago and is a confirmation of the fact that the United Nations "recognizes the contribution of Che in the world and Latin American revolutionary thought, turning it into a symbol of the rebel movement, liberation and internationalism." Aqui
A verdade sobre o Coletivo Mídia Ninja ou....como as manifestações espontâneas são manipuladas!
| author: Gusta
"A cobertura engajada e em tempo real de questões sociais é a marca do NINJA. O grupo atua há um ano e meio e funciona como uma espécie de braço audiovisual do Circuito Fora do Eixo – rede de coletivos catalisados pela figura magnética do ativista Pablo Capilé. A iniciativa nasceu de uma série de discussões políticas que levou à criação da Póstv, canal audiovisual de transmissão ao vivo pela internet. O primeiro tema abordado pelo NINJA foi a Cracolândia do Centro paulistano. Depois disso, o coletivo esteve presente nas marchas da maconha, em blocos de rua e eventos como o “Existe Amor em SP”. Sua missão mais ambiciosa foi o envio de dois correspondentes a Mato Grosso do Sul, para conferir se de fato os índios guarani-kaiowá estavam prestes a praticar suicídio coletivo." Leia matéria na Revista Piauí Leia Mais…
Livro distribuído pelo MEC defende errar concordância!
| author: GustaFolha.com
Um capítulo do livro "Por uma Vida Melhor", da ONG Ação Educativa, uma das mais respeitadas na área, diz que, na variedade linguística popular, pode-se dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado".
Em sua página 15, o texto afirma, conforme revelou o site "IG": "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Segundo o MEC, o livro está em acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) --normas a serem seguidas por todas as escolas e livros didáticos.
"A escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma 'certa' de falar, a que parece com a escrita; e o de que a escrita é o espelho da fala", afirma o texto dos PCNs.
"Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos", continua.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a citação polêmica está num capítulo que descreve as diferenças entre escrever e falar, mas que a coleção não ignora que "cabe à escola ensinar as convenções ortográficas e as características da variedade linguística de prestígio".
O linguista Evanildo Bechara, da Academia Brasileira de Letras, critica os PCNs.
"Há uma confusão entre o que se espera da pesquisa de um cientista e a tarefa de um professor. Se o professor diz que o aluno pode continuar falando 'nós vai' porque isso não está errado, então esse é o pior tipo de pedagogia, a da mesmice cultural", diz.
"Se um indivíduo vai para a escola, é porque busca ascensão social. E isso demanda da escola que lhe ensine novas formas de pensar, agir e falar", continua Bechara.
Pasquale Cipro Neto, colunista da Folha, alerta para o risco de exageros. "Uma coisa é manifestar preconceito contra quem quer que seja por causa da expressão que ela usa. Mas isso não quer dizer que qualquer variedade da língua é adequada a qualquer situação."
"Pobres alunos, brancos e pobres" por Sandra Cavalcanti.
| author: GustaNegras, mulatas, bem escuras ou claras, judias, filhas de libaneses e turcos, algumas com ascendência japonesa e várias nortistas com a inconfundível mistura de sangue indígena.
As brancas também eram diferentes. Umas tinham ares lusos, outras pareciam italianas. Enfim, um pequeno Brasil em cada sala.Todas estavam ali por mérito!
O concurso para entrar no Instituto de Educação era famoso pelo rigor e pelo alto nível de exigências. Na verdade, era um concurso para a carreira de magistério do primeiro grau, com nomeação garantida ao fim dos sete anos.
Nunca, jamais, em qualquer tempo, alguma delas teve esse direito, conseguido por mérito, contestado por conta da cor de sua pele! Essa estapafúrdia discriminação nunca passou pela cabeça de nenhum político, nem mesmo quando o País viveu os difíceis tempos do governo autoritário.
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Faíscas nos bastidores. Franklin Martins(homem de Lula e Dirceu) X João Santana!
| author: GustaA zona de turbulência enfrentada pelo governo da presidente Dilma Rousseff (...) trouxe de volta à cena, mesmo que nos bastidores e de maneira informal, Franklin Martins, ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula. Oficialmente, ele não faz parte do Executivo de hoje. No entanto, despachou com Dilma e deu pitacos no auge da crise para agregar um discurso mais político, ideológico e denso em relação à pegada estritamente publicitária do marqueteiro da presidente, João Santana.
(...)
Bastante ligado ao ex-ministro José Dirceu, Franklin Martins foi acionado e atuou muito mais como emissário de Lula, que estava fora do país no momento de maior turbulência das ruas. Quando Dilma foi a São Paulo para a reunião com o ex-presidente, no início de junho, Franklin participou do encontro.
Faíscas nos bastidores — Portal ClippingMP
Isso é Índio????
| author: GustaBotas gauchas..estilo Che Guevara..sotaque espanhol...o INDIO que comandou a INVASÃO onde feriram 3 agricultores em Sananduva/RS em 15/7/2013.
Eloy Fenker.
Leia Mais…Era uma vez no Leblon...Acreditam mesmo que todas as manifestações são puras, lindas e do bem?
| author: Gustagio amado 16 horas atrás
Rádio Rebelde informa q se inicia o processo revolucionário rumo Estado Socialista no Rio de Janeiro Com a renúncia do governador e a eleição do Governo Revolucionário para o Palácio Guanabara um processo histórico e inegável aos povos do mundo, o processo revolucionário rumo Estado Socialista, é o fim do facismo e do crime organizado no Rio de Janeiro. Cada bairro, uma revolução. Brigadas Socialistas e polícia revolucionária em todas as comunidades, é o fim do facismo e do crime organizado
O gigante fala dormindo - Guilherme Fiuza
| author: Gusta"O Brasil deu para dizer a si mesmo que mudou. Que nada mais será como antes das manifestações de rua, que agora vai. Que se os governantes e os políticos em geral não entenderem o recado das ruas, estão fritos. É um fanfarrão, esse Brasil.
Qual é mesmo o recado das ruas? Vamos falar a verdade: ninguém sabe. Nem as ruas sabem. Ou melhor: não há recado. O gigante continua adormecido em berço esplêndido — o que se ouviu foi um ronco barulhento, misturado com palavras desconexas. Esse gigante fala dormindo.Leia artigo de Guilherme Fiuza aqui
Governo muda regra para elevar superávit por meio do BNDES!
| author: GustaLeia Mais…
Pesquisa sobre Plebiscito. Segundo o Datafolha, 68% dos brasileiros aprovam a ideia do plebiscito! Putz!
| author: GustaSegundo o Datafolha, 68% dos brasileiros aprovam a ideia do plebiscito, que sofre forte resistência no Congresso. Tanto partidos aliados quanto de oposição acham inviável organizar a consulta e fazê-la antes de os parlamentares discutirem a reforma. Muitos sugerem o caminho inverso, com uma reforma a ser aprovada em referendo (a posteriori, portanto).
O apoio ao plebiscito ocorre de forma mais ou menos uniforme entre homens e mulheres e em todas as faixas de renda, idade e escolaridade. No Nordeste, a aceitação é de 74%. No Sul, de 57%.
Folha de S.Paulo - Poder - Dilma discute crise e plebiscito no Alvorada - 30/06/2013 Leia Mais…
A revolução perfeita!Isso não é um súbito “despertar de cidadania”, é apenas, a exposição pública de um grau de alienação grotesco das massas.
| author: Gusta...A maré pode virar? Pode, mas para isso acontecer, teriam que existir lideranças capazes de conduzir esse descontentamento para fora deste zeitgeist vermelho dominante, da luta por mais “direitos”, passe livre, por mais saúde e educação e, como consequência, mais impostos e mais Estado provedor e interventor. Tais lideranças, porém, ainda não se avistam no horizonte.
Por enquanto, o que temos é o tom profético das palavras do saudoso Roberto Campos: "A burrice, no Brasil, tem um passado glorioso e um futuro promissor".
Essa é a revolução gramsciana perfeita.
Leia artigo de Rodrigo Sias no Mídia Sem Máscara - A revolução perfeita









