Dilma e Tarso são retirados de apuração sobre dossiê
O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski retirou os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Tarso Genro (Justiça) da lista de possíveis investigados do inquérito da Polícia Federal que apura a elaboração e o vazamento de um dossiê com gastos oficiais do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Não há até este momento fatos que justifiquem a investigação de autoridades em instância superior".
Ora, Sr. Juiz!!! O dossiê foi produzido dentro da Casa Civil, por ordem da secretária-executiva Erenice Guerra, o braço-direito de Dilma. Pelamordedio!!!
Palhaçada!!!
Marcadores: Dilma Rousseff, dossiê FHC, Erenice Guerra, Ricardo Lewandowski, Tarso Genro | author: GustaAcabou tudo em jogo de palavras!!!!
Marcadores: Dilma Rousseff, dossiê FHC, Erenice Guerra | author: GustaMANDANTE
Erenice, que deu ordem para fazer o dossiê, nem sequer foi citada 
Vazamento contra FHC ficou sem punição!
Sindicância conclui que dossiê era banco de dados, entenderam?
Assim que VEJA revelou a existência do dossiê, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, determinou a abertura de uma sindicância interna para investigar o caso. Na quarta-feira passada, depois de quatro meses de trabalho, os burocratas do Palácio do Planalto entregaram a Dilma o relatório final das investigações. Ganha uma tapioca paga com cartão corporativo quem adivinhar o resultado da sindicância.
Os servidores responsáveis pela auditoria chegaram à conclusão de que não houve crime. Sem se preocuparem em identificar o responsável pela fabricação do dossiê nem em esclarecer a cadeia de comando que levou à montagem da papelada, apenas se limitaram a recomendar uma advertência administrativa a José Aparecido Nunes Pires, o ex-funcionário do Palácio do Planalto que vazou o documento a um assessor do PSDB. A secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, que repassou aos subordinados a ordem para compilar as informações, nem é citada. O resultado é tão grotesco que, mesmo que se obedeça à tortuosa lógica adotada pelo governo no caso, a advertência ao funcionário nem sequer faz sentido.


