Lá no Edu Levy:
"A bocetinha falante da Cinderela
Se eu tivesse uma filha, não a deixaria ler os livros que caem no vestibular.
(...) Não é questão de falso moralismo. Simplesmente, qual é a necessidade de se ensinar a malícia? Maíra, de Darcy Ribeiro, indicado ao vestibular 2008 da Universidade Federal de Minas Gerais (aquela mesma em cuja prova foi encontrada a já clássica "conjugação do empresário"), é um livro em que os índios “sururucam e fodem”, sic, o tempo inteiro; em que as índias comparam “bocetas e grelos”, descritos minuciosamente, umas das outras; em que se comenta a diferença que há de prazer em transar com determinado tipo de índias, “que fazem a gente esporrar rapidinho”, ou com outras que “deixam o caralho dentro, sem gozar, por horas”. Meninas de dezesseis anos fazem vestibular. Qual é a necessidade de fazê-las ler essas coisas? Claro que na vida social e mesmo na escola já ouviram coisa muito pior, isso se já não fizeram, e, na era da internet, já ouviram, viram, leram, cantaram etc. etc. Mas é aí que se pergunta: precisa de mais? Precisa vir pela via da universidade? Não basta que saibam (e não sabem) trigonometria e gramática, precisam saber como os índios sururucam para entrar numa universidade pública?" continua
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A Educação em tempos de Lula!!!
Marcadores: Cinderela, Darcy Ribeiro, Gramática, Maíra, Trigonometria, Universidade Federal de Minas Gerais, Vestibular | author: Gusta
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