Tarso Genro e Paulo Vanucchi aconselharam o órgão na defesa formal da União em ação movida pelo Ministério Público Federal
Procuradores querem que o governo aponte motivos e responsáveis pelo fato de arquivos produzidos na ditadura estarem sob sigilo.
Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vanucchi (Direitos Humanos) orientaram a AGU (Advocacia Geral da União) a admitir a existência de crimes de tortura na ditadura militar, na defesa formal que o órgão apresentará à Justiça Federal por conta de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal. Procuradores pedem que os militares reformados Carlos Alberto Ustra e Audir Santos Maciel, comandantes do DOI-Codi nos anos 70, sejam responsabilizados pessoalmente por desaparecimento, morte e tortura de 64 pessoas.
A AGU terá de se manifestar porque a União também é alvo dessa ação
Tarso e Vanucchi pressionam AGU!!!
Marcadores: Cel.Brilhante Ustra, Paulo Vannuchi, Tarso Genro | author: GustaUstra diz que sua família abrigou Tarso em 64!!!
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Em documento de 32 páginas enviado à Justiça de São Paulo, onde é réu em duas ações civis por torturas que teria praticado ou ordenado nos anos 70, o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra inclui informação que reputa prova importante de que sua índole é boa e, como tal, seria incapaz de agredir semelhantes. Segundo Ustra, foi sua família quem abrigou, após a revolução de 31 de março de 1964, um jovem gaúcho que temia a repressão.
Tarso Fernando Herz Genro (clique) era o nome daquele rapaz, segundo relata o oficial a quem as entidades de direitos humanos conferem o rótulo de símbolo dos porões.
Por meio de sua assessoria, Tarso admitiu que "realmente conheceu" o irmão de Ustra. Ele afirmou, no entanto, que não ficou ao abrigo da família do coronel. "Essa história não confere", afirmou o ministro. continua
Canalha!!! Canalha!!! As fotos estão aí para desmentir.
Um pouco da história de um escroque!!!!
Marcadores: Cel.Brilhante Ustra, cofres do PT, corrupção, Tarso Genro | author: Gustaclique para ampliar
Quando ocorreu a revolução de 64, Tarso Genro, então militante de esquerda, temendo ser preso, fugiu para Rivera, no Uruguai, autoexilando-se.
Depois de algum tempo, verificando que NINGUÉM o procurara, resolveu fazer contato com o Dr. José Augusto Brilhante Ustra, irmão do hoje conhecido Cel. Ustra, conceituado advogado em Santa Maria, RS.
Dr. Augusto era amigo do pai de Tarso e foi, pessoalmente, buscar o filho do amigo de volta ao Brasil.
Chegando em Porto Alegre, o advogado e o jovem Tarso procuraram o Cel. Athos Teixeira, sogro do Dr. José Augusto e então Secretário de Segurança. Este garantiu que Tarso Genro não seria preso.
Posteriormente, sob orientação e proteção do Dr. José Augusto Ustra e do Cel. Athos, Tarso entrou para o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Exército, no qual chegou a Tenente R/2 da Artilharia.
Canalha!!!


