"O governo Lula tem demonstrado um enigmático desrespeito pela democracia e pelos direitos humanos fora das fronteiras brasileiras".
Em editorial, a revista britânica The Economist cobra uma posição mais firme de Lula com relação à defesa da democracia e dos direitos humanos.
"O chanceler Celso Amorim argumenta que condenações feitas por países ricos de abusos cometidos por países pobres são tendenciosas e ineficazes. Mas grupos de defesa dos direitos humanos se queixam que, na ONU, o Brasil tem se aliado a países como China e Cuba para proteger regimes abusivos."
Como exemplo, a Economist citou o fato de Lula ter felicitado o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, por sua vitória logo após as eleições presidenciais de junho:"Não conheço ninguém, além da oposição, que tenha discordado da eleição no Irã. Por enquanto, é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos".
O Brasil preferiu expressar preocupação quanto às bases americanas na Colômbia e permanecer em silêncio sobre a compra de armas de Chávez e sobre as evidências de que ele tem repassado armamento para as Farc, disse a Economist. "A melhor maneira de evitar um conflito na região é não confundir democratas com autocratas e traçar uma linha clara em favor da democracia, sistema que permitiu que um torneiro mecânico chegasse ao poder e mudasse o Brasil."
"The Economist" sobre Lula!
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