Joaquim Barbosa, aquele que bate em mulher!!

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Em 2008, Joaquim Barbosa xingou o ministro Eros Grau, 68 anos, de "velho caquético", e chamou-o para a briga. Grau, lembrando um boletim de ocorrência registrado pela então mulher de Barbosa, foi duro:
"Para quem batia na mulher, não seria nada estranho que batesse num velho também"
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Hoje, esse ministro destemperado, fez sucesso junto ao povão, a massa que faz questão de ser ignorante e não pensar:
Relata Lauro Jardim, no Radar:
Joaquim Barbosa e o teste das ruas
Joaquim Barbosa, que sugeriu a Gilmar Mendes andar pelas ruas, acaba de passar pelo teste que propôs ao desafeto. Barbosa almoçou acompanhado de três amigos no tradicionalíssimo Bar Luiz, um restaurante no Centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.

Tomou dois chopes e comeu um filé bem passado com salada de batatas. Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um "parabéns" ou um "muito bem, ministro".
Em seguida, caminhou pela Rua da Carioca, sempre cumprimentado. Parou para tomar um cafezinho de pé. Mais saudações. continua>>
Tsc...tsc...tsc...Lamentável!!!

5 comentários:

Anônimo disse...

Goataria de ler esta matéria inteira. É possível?

suelir@pop.com.br

Anônimo disse...

Joaquim Barbosa e o teste das ruas

Joaquim Barbosa, que sugeriu a Gilmar Mendes andar pelas ruas, acaba de passar pelo teste que propôs ao desafeto. Barbosa almoçou acompanhado de três amigos no tradicionalíssimo Bar Luiz, um restaurante no Centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.
Tomou dois chopes e comeu um filé bem passado com salada de batatas. Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um "parabéns" ou um "muito bem, ministro".
Em seguida, caminhou pela Rua da Carioca, sempre cumprimentado. Parou para tomar um cafezinho de pé. Mais saudações.
Por volta das 14h50, quando seguiu para entrar no carro oficial na esquina da Avenida Rio Branco, formou-se um pequeno tumulto: várias pessoas o pararam. Novas saudações e sessões de fotos feitas pelos celulares dos admiradores. Por pelo menos cinco minutos, Joaquim Barbosa foi cercado e parabenizado. Agradecia a todos com um sorriso, um aperto de mãos e um "obrigado".
Até que sua segurança abriu caminho e Barbosa pôde entrar no carro oficial.

Márcio disse...

http://veja.abril.com.br/140503/p_050.html

à pessoa que pediu a matéria.

Ebert disse...

Para quem batia na mulher, não seria nada estranho que batesse num velho também". Não dá para ser mais genérico? Cadê esse boletim de ocorrência? Se existisse, o PT já o teria estampado na capa da Carta Capital. Isso tem nome: calunia. E uma motivação evidente: desespero frente a proximidade da prisão.

Ebert disse...

O resto da matéria de onde foi pinçada a frase: ""Na verdade, houve uma agressão mútua. Isso aconteceu num dia de ânimos acirrados. Somos amigos até hoje", disse Marileuza a VEJA. "Foi uma briga de família provocada por ressentimentos naturais numa separação", explicou Barbosa Gomes à revista. Que canalhice hem?

 

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