Entre 1995 e 1997, o então presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, liderava o ranking das figuras mais criticadas no cenário econômico.
Por ter sido o mentor do Proer, um programa de R$ 40 bilhões de ajuda aos bancos afetados pelo fim da inflação, recebeu ataques de líderes do PT, hoje no governo. Treze anos depois, Loyola recebe elogios do presidente Lula por ter protegido os bancos - como o Nacional e o Bamerindus - e evitado um contágio sistêmico. De repente, passou de vilão a mocinho.
continua aqui:"Hoje, reconhecem o valor do Proer"
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