O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) defendeu nesta quarta-feira que a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é a alternativa mais simples. As outras seriam o aumento da receita ou redução das despesas para manter o equilíbrio orçamentário. Além disso, ele afirmou que uma eventual repartição com os Estados levaria a um aumento da alíquota, hoje de 0,38%.
"Prorrogar é mais simples do que aumentar receitas. (...) O Orçamento tem que ser equilibrado com receita equivalente à despesa ou não tem como você executar [os gastos previstos]", afirmou o ministro em audiência pública na Câmara dos Deputados. continua
É mais simples cobrar!!!!
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