Filha de Che lembra pai com ternura
Sentada no salão da Escola Nacional Florestan Fernandes, Aleida Guevara, hoje com 45 anos, escuta pela enésima vez, na voz de Fidel Castro, a carta de despedida que seu pai deixou para o povo cubano antes de partir para a Bolívia, e ainda se emociona.
Na hora em que é citada indiretamente - "não deixo nada de material para os meus filhos, e não lamento", Aleida, que tinha seis anos quando seu pai foi assassinado em 1967, balança a cabeça afirmativamente, como se a atitude de seu pai recebesse o seu consentimento e orgulho.
O hino da "Internacional Comunista" começa, mas é interrompido em virtude de um problema no som. Aleida, então, toma a iniciativa de puxar a canção.
João Pedro Stedile, um dos dirigentes nacionais do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), inicia a atividade lembrando como os ideais de Che se fazem presentes na Florestan Fernandes.
"Esta escola não é uma universidade para dar diploma, mas sim uma universidade para, como sonhou Che, formar homens e mulheres livres e revolucionários, seguindo a máxima do cubano José Martí, de que 'só o conhecimento liberta'".
Tá tudo dominado???
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