Tony e Bertholdo, os elos perdidos

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Documentos em poder da Justiça Federal do Paraná podem ser o elo perdido entre duas das maiores investigações dos últimos anos no país: as CPIs do Banestado e dos Correios.
Os pontos de ligação entre os dois casos são o advogado Roberto Bertholdo - apontado como um dos caixas do mensalão, para o PMDB manter seu apoio ao governo federal - e seu principal acusador, o ex-deputado estadual Tony Garcia.

Apontado como um dos parlamentares a se beneficiar com o tráfico de influência, José Mentor admite conhecer Bertholdo, mas nega a acusação de suborno. “Ele assistiu a algumas audiências públicas da CPI, assessorando deputados do PTB”, diz. Para ele, a hipótese de suborno é “absurda”. Não era o que se dizia em maio e junho de 2004, quando a CPI fez suas últimas reuniões. À época comentava-se que havia vazamento de informações confidenciais e que pessoas ligadas a parlamentares vinham usando esses dados para obter dinheiro na iniciativa privada. Uma comissão de sindicância foi aberta em agosto de 2004 pela corregedoria do Senado, para apurar a questão. Um mês depois, o então presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP) prometeu punir com severidade qualquer caso comprovado de irregularidade na CPI do Banestado. Tais denúncias e o desentendimento entre os parlamentares fizeram com que a comissão fosse encerrada sem sequer votar um relatório.

Todos os detalhes aqui: Tony e Bertholdo, os elos perdidos e também na Veja
Advogado e ex-deputado ligam personagens do caso mensalão à CPI do Banestado

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