Nomes dos primeiros "bodes"

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No olho do furacão
Embora a identidade dos dois gerentes tenha sido mantida em sigilo pela Polícia Federal, fontes da própria Caixa informam que os nomes apresentados pela direção do banco foram dos executivos João Carlos Garcia e José Henrique Marques da Cruz. São técnicos graduados do banco que poderão ficar sujeitos a penas de um a quatro anos de prisão, se ficar comprovada sua participação no crime de quebra de sigilo do caseiro Francenildo. Em nota oficial, a Caixa afirmou que a violação dos direitos de um cidadão foi um ato cometido de forma isolada. Foi uma explicação considerada insuficiente.
“Queremos conhecer como se processou toda a cadeia de comando desse crime”, disse o senador Álvaro Dias. “A Caixa terá de dar os nomes não só de quem tirou o extrato, mas também de quem deu a ordem e de quem passou um documento privado para a imprensa”.

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