A ABSOLVIÇÃO do pefelista Roberto Brant e do petista Professor Luizinho cria um precedente grave na vida política.
DESSE GESTO impensado de magnanimidade pode-se entender que, para a maioria da Câmara, não é crime ter caixa dois e abastecê-lo com dinheiro de campanha.
IRÃO DAR razão aos que acham um pecadilho o que o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, considera, acertadamente, coisa de bandido. O Globo
Divisor de águas!
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