O registro dos acessos da CEF está gravado no computador central, que funciona em uma antiga instalação do Serpro, localizada na Avenida Martin Luther King, em Osasco, na Grande São Paulo. A pedido de funcionários da própria Caixa, uma fonte alertou o Estado para a necessidade de a Polícia Federal ou o Ministério Público bloquearem o computador central em Osasco. A avaliação é que se a PF tiver acesso a ele acabará identificando as pessoas que violaram a conta do caseiro e definindo de onde partiu a ordem. "Somente alguém de cima poderia ter dado a ordem", disse o interlocutor dos técnicos da Caixa.
RISCOS
Essa mesma fonte disse que o temor entre os funcionários é de que esses registros acabem sendo apagados, já que o arquivo do computador IBM de Osasco, ainda que seja de proteção, pode ser violado. Um prazo de 15 dias, segundo técnicos do setor, é mais que suficiente para que os registros sejam adulterados.
Eles avaliam que a ordem partiu da vice-presidência de Tecnologia ou até mesmo da própria presidência do banco. No escalão inferior e técnico, teme-se que os funcionários envolvidos sejam os únicos punidos e os mandantes fiquem impunes.
Eles alertam que é preciso descobrir qual a senha usada para invadir a conta do caseiro. Daí a importância da investigação no banco de dados de Osasco, onde todos os registros de acesso podem ser facilmente identificados.
Estadão
Alô Ministério Público!!! Alô PF!!!
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