Na mesma semana em que estampa comunicado pago na primeira página dos jornais brasileiros, defendendo-se das supostas irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União, na compra da carteira de crédito consignado do BMG, um dos bancos citados no valerioduto , a Caixa Econômica Federal está processando pequenos jornais e rádios brasileiros por terem divulgado um e-mail sobre também suposta fraude na Mega-sena. Houve um erro dos veículos, que já desmentiram mas a Caixa não se deu por satisfeita.
Os processos não são apenas de queixa-crime na Lei de Imprensa: esticam com pedidos de vultosas indenizações, que não prescrevem, como no primeiro caso e dependendo das sentenças lá na frente, podem quebrar os menores. Por outro lado, a Caixa Econômica Federal, cuja imagem foi mais do que abalada nas transações com a GTech e demais maracutaias protagonizadas por Waldomiro Diniz, continua se recusando a aceitar um controle externo de seus sorteios ou mesmo a publicação regular de cálculos baseados na Lei das Probabilidades.
Para os especialistas, é possível fraudar resultados da Mega-sena e de quaisquer outros sorteios. Na Itália e mesmo nos Estados Unidos, há históricas fraudes cometidas mesmo em sorteios transmitidos, ao vivo, pela televisão. No Brasil, há muitos anos, a Loteria Federal foi manipulada e um dos fraudadores era um funcionário do Governo.
GibaUm
Contra-ataque da Caixa Econômica Federal
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